09 março
2010
por Helena Pontes

Negativo de Filme

O filme Patch Adams – O amor é Contagioso nos provoca a adotar uma atitude mais respeitosa em relação aos outros. No filme, Adams defende sentimentos como humor, compaixão, alegria e esperança no tratamento de pacientes, mas sua filosofia não se resume ao ambiente hospitalar, envolve na verdade as relações sociais como um todo.

Transpor esta filosofia para as relações de trabalho pode ser interessante para gerar um ambiente mais saudável de se passar tantas horas do dia. Muitos não percebem que atitudes simples podem melhorar a convivência entre as pessoas. Mais que isso, pois algumas atitudes podem refletir no comportamento dos demais. É natural que o comportamento de uma pessoa influencie o estado emocional de outra, para melhor ou para pior, e a tendência das pessoas é retribuir o que o outro faz. Se você trata alguém com gentileza, por exemplo, pode de alguma forma contagiar esta pessoa a agir assim com você e com os outros.

patchb

A mensagem do filme nos leva a buscar despertar nos demais uma mudança para melhor em seus comportamentos, e não se deixar influenciar por situações negativas. Podemos listar diversas atitudes que devem ser praticadas no dia a dia, como o respeito, a tolerância e a generosidade. O que importa é ter em mente a humanização das relações na empresa.

O Vídeo abaixo mostra um resumo do filme. Inspire-se!

Sinopse do Filme: Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Ele acredita que o humor pode contribuir muito para a recuperação de pacientes. Seus métodos pouco convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vão conquistando a todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

08 março
2010
por Helena Pontes

O currículo é um documento que o candidato apresenta a possíveis empregadores com objetivo de mostrar suas experiências e competências e, quem sabe, conseguir uma oportunidade profissional. Muitas pessoas, na ânsia de conseguir a tão sonhada vaga, utilizam algumas artimanhas para ressaltar pontos positivos e passar uma imagem melhor nesta primeira avaliação e chegam até mesmo a inserir informações falsas no currículo, como cursos que não fizeram, locais que não trabalharam e conhecimentos que não possuem.

Já me deparei com situações diversas em que identifiquei mentiras em currículos de candidatos, como um rapaz que estava concorrendo a uma vaga de motoboy, mas ainda não possuía a CNH, o que só foi descoberto quando os documentos para admissão foram solicitados. Um outro que indicou períodos nas empresas maiores do que ocorreram na realidade, e quando questionado disse que queria aparentar mais estabilidade em seu percurso profissional. Ou ainda, uma estudante que informou ter conhecimento avançado em determinada ferramenta de informática, mas no teste prático mostrou que na verdade seu nível de conhecimento era básico.

Estamos falando aqui sobre honestidade e postura ética, características muito valorizadas no mercado de trabalho. Se o profissional não consegue manter a ética no processo seletivo, sendo desonesta quanto às informações prestadas, será que conseguirá manter postura diferente nas demais situações do cotidiano?

Cabe uma reflexão sobre até que ponto vale mentir na tentativa de conquistar um emprego. O risco de ser descoberto em alguma mentira deste tipo pode até ser baixo em alguns casos, mas os danos causados se esta for descoberta, são imensos, e às vezes irreparáveis. Não vale a pena correr o risco de o entrevistador perceber uma mentira em seu currículo e eliminá-lo não somente do processo que atualmente está concorrendo, mas de qualquer outro que a empresa vá realizar. Muito pior será se você conquistar a vaga e for descoberto, pois colocará em risco a confiança que seu chefe tem em você ou até mesmo seu emprego.

Hoje muitas empresas conseguem se prevenir contra este tipo de atitude sendo rigorosas em seus processos de contratação, realizando testes para avaliar conhecimentos, exigindo documentação comprobatória de cursos realizados e conferindo informações de locais trabalhados na Carteira de Trabalho, por exemplo.

Vale ressaltar que há um Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados que tenta tipificar como crime a falsidade de currículo. Trata-se do Projeto de Lei nº 6561/09, do deputado Carlos Bezerra, que propõe os seguintes termos:

“Falsificar, no todo ou em parte, currículo, ou alterar o teor ou dados de currículo verdadeiro, inserindo informação falsa nele ou em banco de dados que armazene ou disponibilize para consulta o respectivo conteúdo, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal, causar dano a outrem ou fazer prova de fato ou circunstância que habilite alguém a obter cargo, emprego, função, título, bolsa de estudos, isenção de ônus ou de serviço de caráter público, ou qualquer outra vantagem. Pena – detenção, de dois meses a dois anos.

Talvez seja exagero levar à prisão alguém que fornece informações erradas em seu currículo, mas certamente inibiria muitos casos se esta Lei entrasse em vigor.

16 novembro
2009
por Helena Pontes

Análise de Currículo

Ao confeccionar um currículo, você deve se preocupar em colocar informações que vão auxiliá-lo a conseguir um emprego. É necessário ponderar se o dado que você deseja colocar acrescenta algum tipo de valor ao seu perfil ou não. Se não acrescenta, não precisa estar lá, desta forma você irá confeccionar um currículo mais enxuto e profissional.

No artigo Dicas de Currículo – O que não pode faltar!, listei uma série de informações que são fundamentais para que um currículo esteja completo. No artigo de hoje, falarei sobre as informações que são desnecessárias e que não devem constar em seu currículo:

1. Capa e Título: O espaço em um currículo deve ser otimizado ao máximo. A capa, além de ser um desperdício de espaço e, consequentemente, de papel, dificulta o acesso às informações que são realmente importantes. O título “Currículum Vitae” colocado no início também pode ser descartado, pois quem trabalha com RH saberá quando estiver com um currículo em mãos.

2. Foto: Considero foto um item dispensável no currículo. O candidato deve ser avaliado pelas suas qualificações e experiências, e não pela sua aparência. Em muitos casos, não há também um bom senso na escolha da foto que irá constar no currículo, por isso acho melhor descartá-la. Outro fator que me leva a não recomendar este item é que quando o currículo é enviado por e-mail, o arquivo fica pesado se a pessoa não souber diminuir o tamanho da foto.

3. Filiação e números de documentos: Estas informações não fazem diferença nenhuma em um processo seletivo. Elas deverão ser apresentadas apenas no momento da contratação, quando os documentos pessoais são solicitados.

4. Escolaridade básica: Informar a escolaridade no currículo é importante, mas não é necessário detalhar em que escola você cursou o Ensino Fundamental e Médio se você já tem Pós-Graduação, por exemplo. Não é necessário nem mesmo informar que você possui Ensino Médio se já fez Curso Superior, pois é uma informação óbvia.

5. Cursos fora do perfil profissional ou em excesso: Não é preciso listar em seu currículo cursos que não tem relação com o perfil profissional que você quer apresentar, ou que não agregam valor ao cargo que você deseja concorrer. Cursos muito antigos só devem ser listados se forem considerados um diferencial em seu perfil e tiverem relação com a atividade que você deseja desenvolver. Se você possui muitos cursos, selecione e liste apenas os que foram mais importantes para a sua formação profissional.

6. Auto-elogio: É muito comum ver currículos em que as pessoas se descrevem e fazem uma série de auto-elogios, com frases pomposas e cheias de adjetivos. Isso pode ser encarado como falta de conteúdo, pois quando não se tem o que relatar, a tendência é embromar. As suas características pessoais serão avaliadas em uma etapa posterior do processo seletivo, por isso não precisam ser relatadas no currículo. Além de tudo, o auto-elogio ocupa um espaço que poderia ser mais bem aproveitado com informações mais relevantes.

7. Razões de ter deixado o emprego anterior: O momento de relatar os motivos de ter se desligado das empresas que trabalhou é na entrevista. Se o responsável pela seleção considerar esta uma informação importante, irá perguntar.

8. Referências Profissionais: Incluir contatos de pessoas que você considera suas referências profissionais é desnecessário, pois a maioria dos responsáveis por seleção não utiliza estas informações. Se o seu futuro empregador quiser obter alguma informação mais detalhada ou quiser conferir algo informado pelo candidato, irá buscar uma fonte de sua confiança para tirar a prova.

9. Pretensão Salarial: Informações sobre pretensão salarial devem constar no currículo quando for exigido, caso contrário, o assunto deverá ser discutido na entrevista. Se considerar mais confortável, informe uma faixa salarial ao invés de um valor definido no currículo, quando solicitada a pretensão salarial.

10. Cores: O currículo é um documento, por isso deve ser sóbrio e discreto. Para destacar informações não é necessário utilizar cores. Recursos como negrito, itálico e tabulação no editor de texto funcionam de uma forma menos arriscada. Evite variar os tipos de fonte, para que o currículo não fique muito fantasiado. Não vejo necessidade também de imprimir em um papel diferente. Utilize folha branca, tamanho A4 e não haverá erro neste aspecto.

Nunca é demais lembrar que não existe um formato único de currículo. As informações que devem constar neste documento são as que lhe deixarão mais atraente para o mercado de trabalho, e isso pode variar bastante, dependendo da área de atuação. As dicas acima servem para a maioria dos casos, mas podem ocorrer exceções. Se for este o caso, o bom senso é um bom aliado para fazer a avaliação do que deve ou não constar no currículo.

31 outubro
2009
por Helena Pontes

Oportunidades

São diversos os motivos que podem levar uma pessoa que está trabalhando a buscar um novo emprego. Pode ser por insatisfação com o salário ou com o ambiente de trabalho, falta de perspectivas de crescimento na empresa, problemas de relacionamento, busca por novos desafios ou vários outros motivos. O fato é que nem todos que estão nesta situação podem pedir demissão para buscar a nova oportunidade, precisam manter-se no emprego atual até que consigam conquistar a vaga que desejam.

A busca por novas oportunidades quando se está empregado é delicada, e para não colocar em risco o emprego atual, o profissional deve agir com cautela, preparar-se para as situações que irá enfrentar e ter equilíbrio para tomar decisões no momento certo.

Se você está em busca de um novo emprego, confira as dicas para dedicar-se a esta tarefa, minimizando os riscos de perder o emprego atual.

1. Mantenha o mesmo nível de comprometimento: O seu rendimento no trabalho não pode cair! Nunca deixe de dar o seu melhor na empresa em que está trabalhando, pois você não sabe quanto tempo levará a busca pela nova oportunidade. Se não quer colocar em risco o seu emprego, mantenha o mesmo nível de comprometimento habitual e não deixe a ansiedade interferir no seu dia a dia.

2. Cuidado ao utilizar os recursos da empresa: Evite utilizar recursos corporativos para buscar uma nova colocação. Não pesquise sites de emprego na Internet e nunca utilize o e-mail corporativo para encaminhar o seu currículo, pois dependendo da política de segurança da empresa, você pode ser monitorado. Além disso, ao encaminhar o currículo pelo e-mail da empresa, o seu futuro empregador pode considerar desrespeitoso e não gostar que você gaste tempo do trabalho com assuntos pessoais.

3. Seja discreto sobre o assunto no ambiente de trabalho: Evite comentar suas intenções com seus colegas da empresa, isso pode desestimular as pessoas que convivem com você e na maioria das vezes não ajuda em nada. E sempre existe o risco de alguém lhe prejudicar fazendo algum comentário inadequado. Se achar necessário, compartilhe esta informação apenas com pessoas de extrema confiança.

4. Seja responsável ao administrar o seu tempo: Procure agendar as entrevistas e compromissos da seleção em momentos que não conflitem com seu horário de trabalho. Os selecionadores têm se mostrado compreensivos quanto a este aspecto, então, se sentir que há abertura para isso, tente negociar um horário mais adequado para ambas as partes, mas cuidado para não deixar má impressão neste momento. Quando não tiver jeito e a entrevista for agendada no meio da tarde, ou você precisar se ausentar por um período longo, evite utilizar justificativas dramáticas e mostre-se disposto a compensar as horas que precisou ficar fora.

5. Comunique sua decisão quando tiver algo concreto: Somente compartilhe a informação de que está saindo da empresa depois que a proposta estiver formalizada. São raros os casos de chefes que recebem com bons olhos a decisão do funcionário de deixar a empresa. Muitos interpretam como traição ou que a pessoa não está mais comprometida, o que pode gerar desconforto e desgastes desnecessários se a nova oportunidade não for adiante.

6. Saiba sair sem fechar portas atrás de você: É importante preocupar-se com a imagem que você deixa ao sair de uma empresa, nunca se sabe o que virá pela frente e você pode precisar de referências, ou decidir voltar a trabalhar lá um dia. Não abandone seu emprego quando conseguir uma recolocação, tente negociar prazos com seu novo empregador para facilitar a transição para todas as partes. Sempre que possível, procure dar um tempo para a empresa encontrar um substituto ou treinar uma pessoa para assumir as suas atividades. Prepare-se no dia a dia para deixar o mínimo de pendências possíveis e mostre-se disponível para dar apoio após a sua saída, se for necessário. Estas atitudes demonstrarão respeito e profissionalismo pela empresa.

22 outubro
2009
por Helena Pontes

Smile

Qualidade de vida no ambiente de trabalho é fundamental, afinal, é o local onde as pessoas passam grande parte do tempo. Tornar este ambiente mais agradável depende muitas vezes da postura que você adota e da forma como vê a vida. O bom humor pode ser um grande aliado dos profissionais que querem tornar menos árdua a rotina de trabalho.

Pessoas bem humoradas podem se destacar dentro de um grupo, pois esta característica auxilia no aumento da produtividade, facilita a adaptação às mudanças e ameniza o estresse naturalmente gerado em um ambiente profissional. Além disso, alegria tem o poder de contagiar as pessoas, sendo um fator importante para aumentar a união de equipes e favorecer bons relacionamentos interpessoais, o que pode estimular um clima mais positivo dentro da empresa.

O ambiente profissional, entretanto, requer um comportamento equilibrado. Isto significa que não se pode ir a nenhum extremo quando se trata de ter ou não humor, pois tanto o excesso quanto a ausência podem ser prejudiciais.

Aqueles que exageram no brincar, que fazem piadas inadequadas e desnecessárias, tornam-se inapropriados e fora de contexto. É imprescindível saber identificar a hora certa de fazer uma brincadeira. Já aqueles que carecem de humor e que se irritam com os que são bem humorados, acabam se tornando distantes e podem até afastar os colegas de trabalho, gerando conflitos desnecessários.

Engana-se quem acha que para ser bem humorado é preciso ser um contador de piadas. Uma pessoa pode expressar o bom humor nas atitudes mais simples, como cumprimentar os colegas com cordialidade e simpatia, buscar o lado positivo dos acontecimentos do dia a dia, não reclamar de tudo e ter uma atitude mais otimista.

Manter o bom humor muitas vezes se torna um desafio em condições de trabalho não muito satisfatórias, por isso, é preciso ter em mente os benefícios que esta prática pode trazer. Ser bem humorado contribui para uma vida mais saudável e torna as pessoas mais felizes.

Leia também os seguintes artigos:

- Saiba como usar Corretamente o e-mail da Empresa

- Evite Erros no Processo Seletivo – Parte 1

- Evite Erros no Processo Seletivo – Parte 2

09 outubro
2009
por Helena Pontes

Cursos Gratuitos Oline

Com a alta competitividade no mercado de trabalho, aperfeiçoar conhecimentos e competências se tornou uma necessidade constante. A importância de investir em bons cursos para estar atualizado e conseguir destacar-se dentre tantos profissionais é evidente, mas nem sempre o investimento precisa ser financeiro.

A Fundação Getulio Vargas é um exemplo de instituição que está oferecendo vários cursos gratuitos, disponibilizando conteúdos e materiais didáticos diversos pela internet. É a primeira instituição brasileira a fazer parte do Open Course Ware Consortium (OCWC), a maior rede de educação compartilhada da Internet.

FGV Online

Para ter acesso a estes cursos, basta entrar no FGV Online. Entre no link sobre os Cursos Gratuitos, selecione o curso desejado e faça o cadastro. Se ao final do curso você obtiver média igual ou superior a 7,0 no pós-teste, poderá imprimir a declaração de conclusão. Se você não quiser receber a declaração, nem precisará fazer o cadastro, é só acessar o conteúdo do curso direto.

Confira na lista abaixo os cursos oferecidos:

Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial

- Balanced Scorecard

- Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário

- Consultoria em Investimentos Financeiros – Intermediação Financeira

- Direito do Trabalho – Contratação do Trabalhador

- Fundamentos da Gestão de Custos

- Gestão de Pessoas – Motivação nas Organizações

- Processo de Comunicação e Comunicação Institucional

- Estratégia de Empresas – Introdução à Administração Estratégica

- Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental

- Gestão de Marketing – Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços

- Gestão da Tecnologia da Informação – TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos

- Técnicas de Gerência de Projetos – Gerenciamento do Escopo do Projeto

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia

- Metodologia de Pesquisa – Conhecimento, saber e ciência

- Metodologia do Ensino Superior – Universidade e Sociedade

Cursos em áreas de conhecimento diversas

- Ciência e Tecnologia

- Diversidade na Organização

- Ética Empresarial

- Recursos Humanos

Cursos para professores do Ensino Médio

- Filosofia

- Sociologia

Novas regras ortográficas da Língua Portuguesa

- Quiz: Jogo das Novas Regras Ortográficas – Reconhecendo Texto e Contexto

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